A Aleph é uma consultoria em saúde mental corporativa.

Acolhe, educa e fortalece pessoas e empresas em processos de mudança, tratando o cuidado humano como parte da gestão e da sustentabilidade do negócio.

Conduzida por
Dra. Ana Faria, psicóloga · CRP 6/202813
Atuação
Presencial e online
Foco
Saúde mental, cultura organizacional e liderança
Abordagem
Humanizada e científica
Role para conhecer a Aleph

No que acreditamos

Desenvolver pessoas é fortalecer o futuro das organizações.

Aleph é a primeira letra do alfabeto hebraico e simboliza origem, consciência, unidade e potencial. Mais do que um começo, representa a possibilidade de transformação e crescimento presentes em cada indivíduo e em cada organização.

Escolhemos esse nome porque acreditamos que o desenvolvimento humano começa pela ampliação da consciência — sobre si, sobre o outro e sobre o ambiente em que vivemos e trabalhamos. É a partir dessa compreensão que surgem novas perspectivas, relações mais saudáveis, lideranças mais preparadas e culturas organizacionais mais sustentáveis.

Aleph é o convite para enxergar novas possibilidades e transformar potencial em realidade.

A Aleph nasce como uma marca que acolhe, educa e fortalece pessoas e empresas em processos de mudança. Acreditamos que o desenvolvimento humano acontece quando existe acolhimento, presença e clareza.

Nenhuma mudança precisa ser solitária.

Atuamos na interseção entre o mental, o relacional e o comportamental, unindo ciência, escuta qualificada e estratégia para promover mudanças sustentáveis dentro das organizações. É dessa compreensão profunda do ser humano no contexto corporativo que nascem as nossas soluções: transformação com consciência, crescimento com humanidade.

O ambiente corporativo enfrenta desafios crescentes relacionados à saúde mental:

  • Estresse crônico e burnout
  • Conflitos interpessoais frequentes
  • Queda de engajamento e produtividade
  • Lideranças despreparadas emocionalmente
  • Risco de passivos e ações trabalhistas
Cuidar da saúde emocional deixou de ser opcional. Hoje, é parte da gestão e da sustentabilidade do negócio.

Muitas empresas ainda não estão preparadas e descobrem isso apenas diante de uma fiscalização ou de um problema interno. A Aleph atua com foco na prevenção de riscos e na adequação às exigências.

A Aleph atua como uma ponte entre saúde psicológica, gestão de pessoas e cultura organizacional. Tratada como estratégia, a saúde mental se organiza em quatro frentes:

Gestão de riscos psicossociais

Identificação, análise e gestão dos riscos em conformidade com a NR-1, integrando saúde mental, liderança e tomada de decisão. Indo além do cumprimento legal.

Cultura organizacional

Ambientes de trabalho emocionalmente saudáveis, produtivos e humanizados.

Liderança preparada

Lideranças mais preparadas para a gestão de pessoas, que sustentam a segurança psicológica dos times.

Resultados sustentáveis

Menos adoecimento e conflito, mais engajamento e produtividade, ao longo do tempo.

01
Consultoria estratégica em NR-1 e cultura

Apoio à empresa na identificação, análise e gestão dos riscos psicossociais, em conformidade com a NR-1 e integrando saúde mental, liderança, cultura e tomada de decisão.

Diagnóstico estruturado, com análise por área e unidade · Plano de ação · Acompanhamento e melhoria contínua.

02
Programas corporativos de bem-estar

Programas contínuos de prevenção e promoção de saúde mental, estruturados nos formatos mensal, trimestral, semestral ou anual.

Trilhas de autocuidado · Grupos de apoio e escuta · Intervenções para redução do estresse e fortalecimento emocional.

03
Atendimentos psicológicos corporativos

Cuidado direto com as pessoas que sustentam a organização, com profundidade clínica e linguagem acessível.

Psicoterapia breve · Atendimento individual · Suporte em situações críticas · Plantão psicológico corporativo.

04
Palestras e workshops

Conteúdos práticos para lideranças e equipes, conectados à realidade de cada time.

NR-1 na prática · Liderança e saúde mental · Segurança psicológica e performance · Comunicação, feedback e conflitos · Mulheres, climatério e carreira · Gestão intergeracional.

  1. Avaliação diagnóstica inicial

    Mapeamento dos fatores que impactam o ambiente de trabalho, por meio de ferramenta estruturada (HSE-TI).

  2. Entendimento das necessidades

    Levantamento dos principais pontos de atenção na empresa.

  3. Planejamento de ações personalizadas

    Orientações práticas para ajustes na gestão e na dinâmica das equipes.

  4. Execução

    Intervenções presenciais e/ou online.

  5. Relatórios e acompanhamento

    Relatórios de acompanhamento e apoio na implementação e melhoria contínua.

Impactos para a empresa: redução de absenteísmo e presenteísmo, menos conflitos e adoecimento, melhoria do clima, mais engajamento e fortalecimento da cultura de cuidado.

Dra. Ana Faria

Dra. Ana Faria

Psicóloga, consultora e ex-executiva · CRP 6/202813

Psicóloga, consultora e ex-executiva, com mais de 25 anos de experiência em liderança, gestão de pessoas e transformação organizacional. Foi executiva, sentou na cadeira de gestão e hoje é psicóloga — e é justamente esse percurso que diferencia o seu olhar sobre o mundo corporativo. Atua com base em ética, empatia, cuidado e ciência.

O diferencial da Aleph está em unir, numa só pessoa:

  • Experiência executiva
  • Psicologia
  • Saúde mental corporativa
  • Neuropsicologia
Psicologia e saúde mental
Psicologia Uninove
Especialização em Neuropsicologia · em andamento Hospital Israelita Albert Einstein
Extensão em Neuropsicologia PUC-SP
Formação executiva
Graduação em Marketing ESPM
Pós-graduação em Administração FAAP
MBA em Gestão de Negócios Insper
PMO FGV
Coaching Executivo ICI

Textos técnicos e de referência sobre saúde mental corporativa, riscos psicossociais e cultura organizacional — escritos para apoiar líderes e áreas de gestão de pessoas na leitura do cenário atual.

Guia · Legislação

NR-1: os riscos psicossociais entram na gestão

A Norma Regulamentadora nº 1 não é recente: existe desde 1978. O que muda agora é a exigência de que os riscos psicossociais sejam avaliados de forma tão estruturada quanto qualquer outro risco ocupacional — e que essa avaliação seja passível de fiscalização.

A fiscalização pode avaliar, entre outros pontos:

  • Metas excessivas
  • Jornadas extensas
  • Assédio moral
  • Conflitos interpessoais
  • Ausência de suporte
  • Falta de autonomia
  • Condições precárias de trabalho
Saúde mental passa a fazer parte da gestão de riscos das empresas.

Na prática, a adequação envolve o levantamento dos riscos psicossociais, a avaliação da sua intensidade e a elaboração de um inventário de riscos com planos de ação — além da oferta de suporte adequado à saúde mental das equipes.

Uma pesquisa da Heach Recursos Humanos mostra a distância entre a norma e a prática das empresas brasileiras:

  • 68% das empresas não entendem claramente o que muda com a NR-1
  • 62% não possuem indicadores de riscos psicossociais
  • 58% só reagem após afastamentos ou ações judiciais
  • 67% dos líderes nunca passaram por avaliação comportamental
  • 49% do RH aponta a liderança como principal fator de adoecimento
  • Apenas 23% possuem políticas formais, orçamento e indicadores estruturados

Os números do INSS confirmam a urgência do tema. Em 2023, cerca de 280 mil afastamentos foram concedidos por adoecimentos relacionados ao trabalho; em 2024, esse número saltou para mais de 470 mil; para 2025, a estimativa é de mais de 500 mil afastamentos, a maioria ligada a transtornos mentais.

A não adequação pode resultar em multas proporcionais ao número de funcionários — que podem ultrapassar R$ 100 mil —, além de ações trabalhistas, afastamentos, queda de produtividade e danos à reputação da organização.

A NR-1 não é apenas sobre evitar multa. É sobre maturidade organizacional.

Em junho de 2026, uma liminar obtida pela Fiesp suspendeu a aplicação de sanções relacionadas à atualização da NR-1 para as empresas representadas pela entidade. A decisão tem efeito prático sobre a fiscalização — mas não sobre os riscos que a norma busca identificar. Mesmo onde a fiscalização está suspensa, continuam existindo:

  • Denúncias internas
  • Ações trabalhistas
  • Afastamentos previdenciários
  • Pedidos de indenização
  • Impactos na cultura organizacional

Por isso, a pergunta mais relevante para uma organização não é apenas como evitar uma autuação — mas como evitar que o próprio ambiente de trabalho adoeça as pessoas que sustentam seus resultados.

Na prática, a adequação à NR-1 pode ser conduzida em três etapas.

  1. Mapear

    Entender a realidade da organização: conhecer sua dinâmica, analisar áreas e funções, avaliar jornadas e condições de trabalho, aplicar questionários de riscos psicossociais e ouvir colaboradores e lideranças.

  2. Mitigar

    Gerenciar cada risco identificado por ordem de prioridade — nem sempre eliminado de imediato, mas sempre acompanhado: excesso de demandas, jornadas extensas, assédio moral, conflitos recorrentes, falhas de comunicação e pressão excessiva por resultados.

  3. Prevenir

    Transformar ações pontuais em cultura organizacional, por meio de um plano de ação contínuo, do desenvolvimento de lideranças, da conscientização das equipes e do acompanhamento de indicadores ao longo do tempo.

A Aleph atua na identificação, mitigação e prevenção dos riscos psicossociais, integrando saúde mental, liderança e cultura organizacional — como parte da consultoria estratégica em NR-1 descrita nesta página.

Fontes: Veja · pesquisa Heach Recursos Humanos · Jota.

Diagnóstico · Cultura

Cinco sinais de que um ambiente precisa de gestão emocional

O adoecimento de uma equipe raramente aparece como um problema óbvio. Ele costuma se instalar aos poucos, disfarçado de rotina, cobrança e “alta performance”. Reconhecer os sinais cedo é o que separa a prevenção da reação tardia.

  1. A produtividade cai — mesmo com as metas mantidas

    A equipe continua entregando, mas com exaustão, sem energia e sem engajamento. A cobrança aumenta e o reconhecimento diminui. O que antes era performance vira esforço para sobreviver à rotina. Produtividade não cai do nada: ela responde ao ambiente em que está inserida.

  2. Burnout e afastamentos por saúde mental aumentam

    Os afastamentos por transtornos mentais crescem ano após ano. Por trás dos números há pessoas: profissionais que não conseguiram sustentar a pressão, lideranças sobrecarregadas, equipes emocionalmente exaustas.

  3. Talentos pedem desligamento por questões emocionais

    A justificativa nem sempre aparece no papel, mas aparece nas entrelinhas: “não me sinto ouvido”, “não vejo apoio”, “o clima está pesado”. Perder profissionais qualificados por causa do ambiente é um dos custos mais silenciosos e mais caros de uma cultura adoecida.

  4. Conflitos frequentes e liderança despreparada emocionalmente

    Cobranças desproporcionais, comunicação agressiva ou omissa, falta de autonomia. A liderança é apontada como um dos principais fatores de adoecimento nas empresas. Quando o conflito vira rotina, o problema deixa de ser individual e passa a ser estrutural.

  5. O emocional passa a interferir nas decisões estratégicas

    Medo de errar, silenciamento, equipes que evitam expor problemas. Quando o ambiente não é seguro emocionalmente, as decisões deixam de ser estratégicas e passam a ser defensivas — o que impacta diretamente resultados, inovação e crescimento.

Nem sempre é falta de engajamento. Muitas vezes, é sofrimento emocional.

Em 2025, o Brasil ultrapassou 546 mil afastamentos do trabalho por questões de saúde mental. Culturas que naturalizam excesso, urgência permanente, metas agressivas e silêncio emocional não são neutras: elas produzem adoecimento — e o adoecimento tem custo humano, financeiro e reputacional.

Se dois ou mais desses sinais estão presentes, talvez não seja um problema de performance. Talvez seja um pedido por gestão emocional.

Fonte: dados de afastamentos do INSS (2025).

Cultura · Diversidade

Etarismo: a experiência que as empresas descartam

O etarismo — preconceito baseado na idade — costuma ser silencioso. Raramente aparece como política explícita; manifesta-se em processos seletivos que evitam candidatos mais velhos, desligamentos disfarçados de “reestruturação”, exclusão de projetos estratégicos e na suposição de “baixa adaptabilidade”.

Os números mostram um padrão, e ele tem recorte de gênero:

  • 32% das mulheres acima de 50 anos enfrentam desemprego de longa duração
  • Entre os homens da mesma faixa etária, o índice é de 19%
  • Os gastos das pessoas acima de 55 anos devem chegar a US$ 15 trilhões anuais até o fim da década

Há uma contradição no centro do problema. Profissionais mais experientes costumam ter maior repertório emocional, leitura mais estratégica, estabilidade sob pressão e capacidade de mediação. Os mais jovens trazem inovação, abertura a novas soluções e fluidez tecnológica. O problema não está na idade — está na ausência de uma cultura preparada para integrar repertórios diferentes.

Diversidade geracional não é assistencialismo nem tendência. É inteligência organizacional.

Quando naturaliza o etarismo, uma organização acumula perdas concretas:

  • Perda de capital intelectual
  • Cultura excludente
  • Enfraquecimento da diversidade geracional
  • Rotatividade desnecessária
  • Risco reputacional e trabalhista

Para as mulheres, o impacto é ainda maior, pelo acúmulo de preconceitos ligados à idade e ao gênero — maternidade, menopausa, pausas de carreira. E o efeito não fica restrito à carreira: quando alguém passa a ser avaliada pela idade, e não pela competência, surgem invisibilidade, perda de pertencimento e queda de autoestima. O etarismo não afeta apenas carreiras; afeta identidades.

Empresas de alta performance não escolhem uma geração. A Toyota, por exemplo, construiu parte da sua cultura organizacional unindo experiência operacional, melhoria contínua e troca entre gerações. A pergunta que fica para cada organização é se está integrando experiência e inovação de forma estratégica — ou reforçando um preconceito estrutural que compromete cultura e resultados.

Fontes: pesquisa Maturi e EY · Terra · G1.

Liderança · Performance

Segurança psicológica: o que sustenta a alta performance

Existe uma ideia persistente de que cuidado e performance são opostos — de que ambientes exigentes precisam ser duros para entregar resultados. Os dados apontam o contrário.

Hospital Israelita Albert Einstein, Bayer, Mercedes-Benz do Brasil, Toyota do Brasil e Honda estiveram entre as organizações mais bem avaliadas para se trabalhar no Brasil em 2025. O que têm em comum não é leniência. É a compreensão de que pessoas não são apenas recursos: são parte central dos resultados. Elas investem em:

  • Ambiente de trabalho positivo e respeitoso
  • Gestão centrada no desenvolvimento humano
  • Lideranças preparadas emocionalmente
  • Cultura de confiança e escuta
  • Diversidade e colaboração como prática, não discurso

Isso tem nome: segurança psicológica. Em ambientes em que as pessoas se sentem respeitadas e ouvidas, elas arriscam com responsabilidade, inovam, engajam e entregam mais.

Segurança psicológica não reduz o desempenho. Ela sustenta o desempenho.

O contrário também deixa sinais. Absenteísmo, conflitos recorrentes, rotatividade crescente e queda de produtividade não são apenas problemas operacionais — são indícios de um ambiente emocionalmente sobrecarregado. A pergunta que fica é o que a sua empresa precisa estruturar hoje para sustentar resultados sem adoecer quem os entrega.

Esse é o tema da palestra Segurança Psicológica e Performance: times saudáveis entregam mais, que conecta saúde emocional, gestão de pessoas e cultura organizacional — parte das palestras e workshops da Aleph.

Fonte: ranking Best Workplaces / GPTW Brasil 2025.

Prevenção · Riscos

Assédio moral: reconhecer antes que vire estatística

Assédio moral é toda conduta repetitiva que expõe o profissional a situações de humilhação, constrangimento ou desrespeito no ambiente de trabalho. Por ser um padrão de comportamento — e não um episódio isolado — costuma se instalar sem que a organização perceba. Ele pode aparecer como:

  • Gritos e humilhações públicas
  • Metas usadas como ameaça
  • Desqualificação constante do trabalho
  • Isolamento deliberado
  • Silenciamento em reuniões
  • Boatos e exposição constrangedora

O tema não é abstrato, e os números crescem. Os novos processos por assédio moral na Justiça do Trabalho aumentaram 22,3% em 2025 na comparação com 2024, chegando a 142.814 casos.

Assédio moral impacta pessoas, impacta resultados e impacta reputação.

Empresas que não enfrentam o tema costumam apresentar clima organizacional tenso, alta rotatividade, afastamentos por adoecimento emocional, risco trabalhista crescente e queda de produtividade. E a exposição contínua a ambientes hostis pode desencadear ansiedade, depressão, burnout e transtornos relacionados ao estresse. Quando há nexo causal com o trabalho, o impacto deixa de ser apenas humano: passa a ser também jurídico e organizacional.

O verdadeiro desafio não é agir quando a denúncia acontece, mas construir ambientes que reduzam a probabilidade de o problema acontecer — o mesmo raciocínio preventivo que se aplica ao assédio sexual e aos demais riscos psicossociais. Isso passa por diagnóstico, mapeamento de riscos, desenvolvimento de lideranças e acompanhamento contínuo.

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho (TST), 2025.

Vamos entender os desafios da sua empresa

Uma conversa para entender o momento da sua empresa em saúde mental e onde a Aleph pode apoiar. Sem compromisso.

Responsável
Dra. Ana Faria · CRP 6/202813